A Web 2.0 pode ser vista como uma nova forma de utilização da Internet por usuários e desenvolvedores, ou seja, a "web como plataforma de utilização" (O'Reilly, 2005). Desta forma, os programas rodam no navegador do usuário, sendo disponibilizados gratuitamente a partir de servidores das empresas que os desenvolveram. Ela tem sido considerada como a segunda geração de comunidades e serviços, que visa incentivar a criatividade, o compartilhamento e a colaboração de conteúdos e serviços entre os usuários da rede.
A Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é também uma questão de atitude. Atitude Web 2.0 é agilidade de desenvolvimento, é não tentar fazer como sempre foi feito, mas aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário. Póvoa (2007) oferece uma síntese dos principais padrões que são considerados como parte do grupo de tendências desta segunda geração Web, a saber:
(1) A Web como plataforma: A Web foi criada para exibir documentos e não aplicações. Entretanto, na Web 2.0 os sites deixam de possuir uma característica estática para se tornarem verdadeiros aplicativos, funcionando como os softwares que rodam no computador.
(2) Simplicidade: Estes “sites aplicativos” visam uma integração mais eficiente com o usuário, com interfaces mais intuitivas. Acessar e utilizar deve ser um prazer e não uma tortura de cliques infinitos.
(3) Redes sociais: Recentemente, houve uma explosão da audiência em sites que formam e catalisam comunidades, tais como o Orkut e o Facebook, dentre outros, ampliando os espaços de comunicação e trocas de experiências.
(4) Flexibilidade no conteúdo: Esta característica ressalta a autonomia do usuário, que passa a gerar conteúdo (por exemplo, o YouTube), classificá-lo e editá-lo. As “Wikis” são talvez a forma mais expressiva de edição colaborativa (Wikipedia).
(Fonte: www.lanteuff.org.br)
A Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é também uma questão de atitude. Atitude Web 2.0 é agilidade de desenvolvimento, é não tentar fazer como sempre foi feito, mas aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário. Póvoa (2007) oferece uma síntese dos principais padrões que são considerados como parte do grupo de tendências desta segunda geração Web, a saber:
(1) A Web como plataforma: A Web foi criada para exibir documentos e não aplicações. Entretanto, na Web 2.0 os sites deixam de possuir uma característica estática para se tornarem verdadeiros aplicativos, funcionando como os softwares que rodam no computador.
(2) Simplicidade: Estes “sites aplicativos” visam uma integração mais eficiente com o usuário, com interfaces mais intuitivas. Acessar e utilizar deve ser um prazer e não uma tortura de cliques infinitos.
(3) Redes sociais: Recentemente, houve uma explosão da audiência em sites que formam e catalisam comunidades, tais como o Orkut e o Facebook, dentre outros, ampliando os espaços de comunicação e trocas de experiências.
(4) Flexibilidade no conteúdo: Esta característica ressalta a autonomia do usuário, que passa a gerar conteúdo (por exemplo, o YouTube), classificá-lo e editá-lo. As “Wikis” são talvez a forma mais expressiva de edição colaborativa (Wikipedia).
(Fonte: www.lanteuff.org.br)

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