segunda-feira, 19 de julho de 2010
Percepção
Segundo Bock (1999, p. 63), o campo psicológico é entendido como um campo de força que nos leva a procurar a boa-forma. Assim como um campo de força magnético, esse campo de força psicológico tem uma tendência que garante a busca da melhor forma possível e juntar os elementos em situações que não se encontram estruturados. Esse processo ocorre de acordo com os seguintes princípios:
• Proximidade: os elementos mais próximos tendem a ser agrupados.
• Semelhança: os elementos semelhantes são agrupados.
Veja este vídeo do YouTube sobre o assunto:
Leis de Gestalt
Segundo (COLOGNI et al, 2003) as leis da Gestalt que se aplicam ao design podem ser resumidas em: Atração, Harmonia, Equilíbrio e Simplicidade.
• Atração: Determina que elementos semelhantes ou que possuem algo em comum formam conjuntos de atração. É importante também o bom senso para determinar quais elementos dominam e quais se subordinam numa composição.
• Harmonia: A harmonia segundo as leis da Gestalt prevê a coerência visual dos elementos. Numa composição, cada forma inserida deve ser considerada como elemento do esquema total.
• Equilíbrio: O equilíbrio entre duas forças ou entre dois elementos ocorre quando ambos compensam-se mutuamente. Um gordo e um magro na mesma gangorra podem estar em equilíbrio desde que o magro esteja mais na extremidade da prancha e o gordo mais próximo ao eixo.
• Simplicidade: A simplicidade gera clareza, organização mais harmoniosa e unificada. Caracteriza-se por organizações formais fáceis de serem assimiladas, lidas e rapidamente compreendidas. É sinônimo de eficiência.
Design de interfaces 2
O design (projeto estético) de uma interface influencia diretamente alguns fatores que definem a sua usabilidade, tais como: facilidade de aprendizado facilidade de uso, eficiência de uso, produtividade, e satisfação do usuário; pois, influencia diretamente na percepção e conseqüentes emoções que despertam no usuário.
Ao estudar a definição dos principais elementos de design, torna-se interessante conhecer também aspectos da percepção humana, a fim de qualificar a estrutura de uma interface. Prever como os elementos serão interpretados em determinado ambiente possibilita dispô-los de maneira que alcancem a boa-forma. Estudos sobre design colaboram nos projetos de interface, em busca da melhor disposição do conteúdo, com o objetivo final de facilitar o processo de interação do usuário com o sistema.
Para entender um pouco sobre a influência da percepção no uso de uma interface, veja um pouco sobre as leis da Gestalt que se aplicam ao design de interface.
O design de Interfaces
Você já pensou em como as pessoas criam seus sites? E se forem sites para ensino aprendizagem?
Já pensou sobre como pode ser um site atrativo e ao mesmo tempo eficiente para o ambiente educativo?
A WEB 2.0 está criando um conceito renovado de educação e sem o design de interfaces isso não seria possível.
Mais quais seriam as teorias que embasam a criação de sites e pages na WEB?
Vamos discutir um pouco desse tema. Para isso vou propor o sub tema LEIS DE GESTALT.
Vou postar aqui para você um início de tudo isso.
Não deixe de ler!!!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Educação na WEB 2.0
Assim, a WEB 2.0 ganha adeptos, ganha força e invade as salas de aula, o meio acadêmico. E possivelmente o mundo passe a ser uma grande arena do conhecimento.
O que antes só podíamos fazer com nossos grupos de colegas de classe, hoje podemos fazer com todos aqueles que tenham o mesmo interesse, como é o caso do uso dos Blogs.
Blogar não é mais sinônimo de escrever bobagens. O que se faz é criar links de opniões, comunidades que discutem um assunto, um contexto, uma realidade.
Ao iniciar a criação de um blog o internauta quer na verdade criar um link com o outro. Fazer com que outras pessoas te ouçam.
Educação e WEB 2.0!
A Web 2.0 é muito mais que tecnologia, é também uma questão de atitude. Atitude Web 2.0 é agilidade de desenvolvimento, é não tentar fazer como sempre foi feito, mas aproveitar as possibilidades da visão da Web como plataforma voltada para facilitar a vida do usuário. Póvoa (2007) oferece uma síntese dos principais padrões que são considerados como parte do grupo de tendências desta segunda geração Web, a saber:
(1) A Web como plataforma: A Web foi criada para exibir documentos e não aplicações. Entretanto, na Web 2.0 os sites deixam de possuir uma característica estática para se tornarem verdadeiros aplicativos, funcionando como os softwares que rodam no computador.
(2) Simplicidade: Estes “sites aplicativos” visam uma integração mais eficiente com o usuário, com interfaces mais intuitivas. Acessar e utilizar deve ser um prazer e não uma tortura de cliques infinitos.
(3) Redes sociais: Recentemente, houve uma explosão da audiência em sites que formam e catalisam comunidades, tais como o Orkut e o Facebook, dentre outros, ampliando os espaços de comunicação e trocas de experiências.
(4) Flexibilidade no conteúdo: Esta característica ressalta a autonomia do usuário, que passa a gerar conteúdo (por exemplo, o YouTube), classificá-lo e editá-lo. As “Wikis” são talvez a forma mais expressiva de edição colaborativa (Wikipedia).
(Fonte: www.lanteuff.org.br)
O que é WEB 2.0?
(2) Comunicação: Skype, Messenger, Gmail;
(3) Grupos de discussão: Yahoogroups;
(4) Redes Sociais: Orkut, MySpace;
(5) Compartilhamento de arquivos: textos, planilhas e apresentações (Google Docs, Slideshare, Zoho); fotos (Flickr); vídeos (Youtube) e arquivos diversos, incluindo áudio e vídeo (4shared);
(6) Compartilhamento e edição online de imagens (Adobe Photoshop Express);
(7) Categorização de assuntos com seus endereços de páginas: Del.icio.us.
Dentre esses aplicativos, alguns se destacam por seu grande potencial de uso educacional: os Blogs e os Wikis.
(Fonte: www.lanteuff.org.br
